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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Os serviços secretos brasileiros começam a vigiar as redes sociais

Los servicios secretos brasileños comienzan a vigilar las redes sociales

A la presidencia de Brasil le cogió por sorpresa la explosión de la protesta popular sin que la Agencia Brasileña de Inteligencia (Abin) hubiesen alertado al Gobierno ni al Congreso.
Preocupado por el desarrollo de la protesta que este jueves alcanzó a 80 ciudades, entre ellas de nuevo a São Paulo y Río, el Gobierno ha designado a agentes de los servicios secretos para seguir por medio de Facebook, Twitter, Instagram y WhatsApp las movilizaciones.

La decisión fue tomada, según han informado varios medios de comunicación, tras una crisis entre asesores civiles de la presidenta Dilma Rousseff y el Gabinete de Seguridad Institucional (GSI), que no habría alertado a la presidencia de las manifestaciones que sorprendieron a todo el mundo político. Los agentes de la Abin y otros órganos de inteligencia se habían concentrado los meses pasados en la seguridad de la Copa de las Confederaciones, dejando desprotegidas otras áreas, entre ellas la de la protesta callejera.
Tras la explosión de la crisis no anunciada ni esperada, tanto la presidenta como el Congreso y el Partido de los Trabajadores (PT) tuvieron que improvisar una estrategia para saber cómo actuar. La mandataria tomó el avión y fue a consultar a su antecesor y pupilo el expresidente Lula da Silva, el cual, a su vez, se reunió con representantes de cuatro sindicatos.
El Partido de los Trabajadores, sorprendido con el resucitar de un movimiento popular por primera vez no controlado por él ni por los movimientos sociales de izquierdas, en un primer momento, al igual que Rousseff, apoyó las protestas como legítimas, pero organizaron una manifestación paralela en São Paulo en apoyo a la presidenta, a pocos metros del lugar de la concentración de la protesta.
En la última manifestación de Brasilia, el Gobierno y el Congreso se vieron sorprendidos y no llegaron a prever la posibilidad de que los manifestantes pudieran llegar a ocupar el Congreso, como ocurrió en parte. Este jueves, ante la anunciada manifestación en Brasilia, que ha añadido a sus reivindicaciones la retirada del proyecto de ley que intenta despojar a la Fiscalía el poder de investigación para dejarlo en manos de la policía, todos los edificios oficiales en la capital federal, como el Palacio del Planalto y el Congreso, han sido reforzados.
En torno al palacio presidencial han sido colocadas rejas dobles para reforzar su seguridad. En Río, después de las críticas al gobernador Sérgio Cabral, considerado ausente durante las protestas, se ha dispuesto un especial aparato de seguridad en el Palacio de Guanabara, para evitar que, como en la vez anterior, la sede del gobierno municipal acabe medio destruida.
Una de las quejas de la gente es que mientras las calles se llenan de cientos de miles de ciudadanos pidiendo mejoras en los servicios públicos, los políticos, tanto del gobierno como de la oposición, dan la impresión de haberse escondido. “Aparecen sólo para pedir votos. Ahora son invisibles”, decía una pancarta en Río.
El año próximo habrá elecciones presidenciales y para elegir gobernadores, senadores y diputados. El temor ahora es que si las manifestaciones se alargan hasta entonces, les va a ser muy difícil a los candidatos, desde a la presidenta hasta los demás, aparecer pidiendo votos.
Mientras tanto, los ciudadanos de a pie se sienten honrados de que en el exterior, por primera vez se hable de los brasileños "no por el fútbol sino porque quieren mejores transportes, hospitales y escuelas".


Fonte: El Pais

quinta-feira, 20 de junho de 2013

ONU: crianças palestinas são usadas como escudo humano por Israel


Um órgão de direitos humanos da ONU acusou, nesta quinta-feira, as forças israelenses de maltratar crianças palestinas, inclusive de torturar aquelas sob custódia e usar outras como escudos humanos.

Crianças palestinas na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, capturadas por Israel na guerra de 1967, são rotineiramente negadas em obter o registro de seu nascimento e o acesso a serviços de saúde, escolas decentes e água potável, disse o Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança.

"Crianças palestinas detidas por (israelense) militares e policiais são sistematicamente sujeitas a tratamento degradante, e muitas vezes a atos de tortura, são interrogados em hebraico, uma língua que não entendem, e assinam confissões em hebreu para serem liberadas", disse o comitê em um relatório.

O Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que respondeu a um relatório sobre os maus-tratos de menores palestinos do Unicef em março, e questionou se a investigação do comitê da ONU de fato fez novas revelações.

"Se alguém simplesmente quer ampliar sua parcialidade política e achacamento político de Israel sem estar baseada em um novo relatório, em trabalho de campo, mas simplesmente na reciclagem de material antigo, não há nenhuma importância nisso", disse o porta-voz Yigal Palmor.

O relatório do Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança reconheceu as preocupações de Israel com a segurança nacional e afirmou que as crianças de ambos os lados do conflito continuam a serem mortas e feridas, mas que há mais vítimas entre palestinos.

A maioria das crianças palestinas presas é acusada ​​de atirar pedras, um crime que pode levar a uma pena de até 20 anos de prisão, disse o comitê. Soldados israelenses testemunharam a natureza muitas vezes arbitrária das prisões, afirmou.

Os 18 observadores especialistas independentes analisaram os registros de Israel de acordo com um tratado de 1990, como parte de sua revisão regular de um pacto assinado por todos os países, com exceção da Somália e Estados Unidos. A delegação israelense compareceu à sessão.

O comitê da ONU lamentou a "recusa persistente" de Israel em responder aos pedidos de informação sobre as crianças nos territórios palestinos e nas Colinas de Golã ocupadas na Síria, desde a última revisão em 2002.


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O BRASIL ACORDOU, A MARÉ ESTÁ VINDO... VAI VARRER VOCÊ CORRUPTO, LADRÃO, FILHO DA PUTA



sábado, 1 de junho de 2013

Sabe da Verdade Sobre o Leite?


(EUA, 2008, 88 min. - Direção: Shira Lane)

O que você faria se descobrisse que os países que mais consomem leite são os que mais tem problemas de osteoporose? E se soubesse que o leite e laticínios favorecem enormemente as doenças coronárias, diabetes e o câncer?
Mas não é só isso, artrite, acne e mais inúmeras doenças comuns.
Esse documentário mostra que o leite é um dos alimentos que mais causam doenças e só é popular devido ao grande poder econômico das corporações dos laticínios, que fazem campanhas publicitárias multimilionárias na  TV, sem falar que, através de seu lobby, controlam as decisões do governo no que tangem a promoção e fiscalização desses alimentos.
Das milhares de pesquisas científicas que estudam os laticínios, nenhum os trata como sendo bons alimentos. (docverdade)

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